sexta-feira, 9 de novembro de 2012



…Que minha solidão me sirva de companhia, que eu tenha a coragem de me enfrentar, que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo.
Clarice Lispector. 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012



Ah! Se o mundo inteiro me pudesse ouvir, tenho muito pra contar, dizer que aprendi. E na vida a gente tem que entender, que um nasce pra sofrer enquanto o outro ri. Mas quem sofre sempre tem que procurar, pelo menos vir achar razão para viver… Ver na vida algum motivo pra sonhar, ter um sonho todo azul, azul da cor do mar…
Tim Maia 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012




“Não lemos e escrevemos poesia porque é bonitinho. Lemos e escrevemos poesia porque somos membros da raça humana e a raça humana está repleta de paixão. E medicina, advocacia, administração e engenharia são objetivos nobres e necessários para manter-se vivo. Mas a poesia, beleza, romance, amor, é para isso que vivemos.” — Sociedade dos Poetas Mortos

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Nunca gostei de sensacionalismo sabia?



O sensacionalismo sempre se faz presente no vazio dos argumentos. É um joguinho de demente alienados lutando por atenção, onde tentam encontrar qualquer motivo banal para armar o circo dos prazeres do ego. É no sensacionalismo que esta presente vulgarmente a insanidade do grito dos que se dizem desmoralizados.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Há muitas mentiras ditas como se fosse "verdade". Cada pessoa acreditam naquilo que o convém, por isso nem toda verdade é confiável, pois ela tona-se injusta e caluniosa na boca dos mentirosos.

domingo, 26 de agosto de 2012


Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o Mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.

"Luis de Camões"

sábado, 4 de agosto de 2012